Aleitamento Materno

Dr. Corintio Mariani Neto
CRM 19735

Médico, Doutor em Medicina pela Unicamp na Área de Tocoginecologia. Docente e Coordenador da Área de Saúde da Mulher do Curso de Medicina da Universidade Cidade de São Paulo. Presidente da Comissão Nacional de Aleitamento Materno da Febrasgo.

Atual Diretor Técnico do Hospital-Maternidade Leonor Mendes de Barros da Secretaria de Estado da Saúde da São Paulo. Anteriormente, foi Presidente e um dos Fundadores da Sogesp - Regional do Vale do Paraíba, Professor de Obstetrícia da Faculdade de Medicina da Universidade de Taubaté e Coordenador do Centro de Referência da Saúde da Mulher (Hospital Pérola Byington). 

 

Vantagens do aleitamento materno

Para o bebê:

•  O leite materno é o alimento ideal, pois é completo: contém todos os nutrientes necessários nos primeiros 6 meses de vida, garantindo o melhor crescimento e desenvolvimento do bebê.

•  Protege contra doenças, principalmente diarréia, alergias e infecções (por isso, também é considerado a primeira vacina)

•  Proporciona mais segurança pela troca de carinho com a mãe, aumentando o laço afetivo entre você e a criança e fazendo o bebê se sentir amado e seguro.

•  Sugar o peito contribui para a criança Ter dentes bonitos, desenvolver a fala e ter boa respiração.

•  É limpo e não contém micróbios, pois vai direto do peito para a boca do bebê.

•  Está sempre prontinho e na temperatura certa.

•  Nenhum outro alimento é capaz de substituir o leite humano.

 

Para a mãe:

•  Reduz o sangramento após o parto e as chances de desenvolver anemia.

•  Diminui a ocorrência de diabetes e cânceres de mama, ovário e útero.

•  Reduz a ocorrência de fraturas ósseas por osteoporose.

 

Para a família:

•  Economia – evita gastos na compra de leite e mamadeiras, além de remédios, pois o bebê será mais saudável. Assim, seja qual for o orçamento familiar, poderá ser melhor aproveitado.

 

Lembrete

A mulher que amamenta volta mais rapidamente ao seu peso normal.

 

Recomendações

Aleitamento materno exclusivo sob livre demanda por 6 meses

•  O bebê só precisa ser alimentado no peito, quando e enquanto manifestar essa vontade, isto é, sem horários fixos nem para terminar cada mamada.

•  Não há necessidade de oferecer água, chá nem suco, mesmo no verão. O leite materno contém todo líquido necessário.

•  Após o 6º mês, outros alimentos serão introduzidos, sempre com orientação do pediatra. Enquanto isso, a amamentação no peito pode ser continuada até o 2º ano de vida ou mais, se a mãe e a criança assim o desejarem.

 

Anatomia da mama

Cada mama é constituída por um conjunto de alvéolos, como se fossem “cachos de uvas” , responsáveis pela produção do leite. Esse leite será armazenado em depósitos situados abaixo da aréola.

 

Produção de leite

•  Não existe leite fraco: seu leite é o alimento ideal para seu bebê.

•  Toda mãe á capaz de produzir leite: a sua tranqüilidade é fundamental para facilitar a saída do leite.

•  É a sucção do bebê que desencadeia e mantém a produção de leite, portanto, quanto mais o bebê sugar, mais leite será produzido.

 

Colostro

•  Nos primeiros dias após o parto, as mamas parecem flácidas, saindo pequena quantidade de leite chamado colostro, de cor amarelada e transparente.

•  Apesar dessa pequena quantidade, o colostro alimenta e protege o bebê contra infecções nos primeiros dias, pois tem mais proteínas e anticorpos que o leite e, ainda, estimula o intestino da criança a se desenvolver.

 

Apojadura

•  Após alguns dias ocorre a descida do leite ou apojadura: as mamas ficam mais cheias e endurecidas e produzem grande quantidade de leite.

•  No início, a quantidade de leite produzida é maior que a necessidade da criança. É recomendável que o leite excedente seja retirado por ordenha manual.

•  Mais ou menos 15 dias após o nascimento, as mamas ficam flácidas, mas continuam a produzir leite suficiente.

•  Para manter a produção adequada de leite, a criança deve mamar só no peito.

 

Oferta

•  Inicie a mamada pelo peito em que terminou a anterior.

•  Procure fazer com que o bebê esvazie essa mama. Só depois ofereça a outra.*

 

* No início da mamada, o leite é mais diluído e, no final, é mais rico em gorduras (tem mais calorias). Portanto, se a mamada for interrompida após certo tempo (10 ou 15 minutos), para mudar de peito, o bebê não receberá o leite mais consistente do final da mamada. Estará recebendo só o chamado “leite anterior”, dos dois peitos. Provavelmente, chorará mais vezes e você irá pensar que seu leite é fraco. Em outras palavras, a dica é sempre fazer o bebê receber o leite posterior, o que acontece quando ele mama de cada lado sem limite de tempo.

 

 

Posições adequadas para amamentar

•  Lave as mãos com água e sabonete sempre que for pegar o bebê.

•  Escolha uma posição confortável, com apoio para seus braços, costas e pés.

•  Coloque o bebê de frente para você, de modo que o corpo e a cabeça fiquem alinhados e encoste o corpo dele no seu (barriga com barriga).

•  Faça o bebê abocanhar o mamilo e a aréola ( parte escura da mama) com a boca bem aberta.

 

DICA: para o bebê abrir bem a boca e abocanhar bastante a aréola, encoste e passe suavemente o mamilo no canto dos lábios ou na região entre a boca e o nariz.

 

•  Observe se o queixo do bebê permanece encostado no peito.

•  Aconchegue seu bebê: envolva a cabeça e o corpo com seu braço, de modo que a cabeça do bebê fique apoiada na dobra de seu cotovelo.

•  Não há necessidade de empurrar a cabeça do bebê de encontro ao peito: isto não ajuda, podendo até atrapalhar a pega.

•  O bebê dá algumas mamadas fortes, pára um pouco, mama mais um pouco, pára, e assim por diante.

•  Ao contrário do que muita gente pensa, não há necessidade de se preocupar com que as narinas do bebê estejam livres durante as mamadas. Inclusive, segurar a mama como os dedos indicador e médio (dedos em tesoura) pode ser prejudicial, pois, dependendo da pressão exercida pelo dedo indicador, este poderá interromper o fluxo de leite nessa região. Se você quiser segurar o seio, use o polegar e o indicador, como se fosse a letra “C”.

•  Ao final da mamada, se o bebê não largar sozinho o peito, coloque seu dedo mínimo suavemente no canto da boca, que ele soltará o mamilo sem machucá-lo.

•  Após cada mamada, levante o bebê apoiando a cabeça dele até ele arrotar.

•  Depois de arrotar, coloque o bebê deitado de lado, para que ele não engasgue, caso regurgite. Um pequeno travesseiro pode ajudar a mantê-lo nessa posição.

 

Cólicas e sangramento

Nos primeiros dias após o parto, é comum sentir cólicas discretas e aumentar o sangramento vaginal durante as mamadas, o que não deve preocupá-la.

 

Cuidado com as mamas

•  As mamas não devem ficar pendentes, por isso a dica é usar sutiã de algodão próprio para amamentação, com alças largas, para mantê-los firmes, e horizontalizadas. Assim, o sutiã não deve ser nem apertado nem folgado, e sim no tamanho justo.

•  Evite abafar ao mamilos com protetores especiais.

•  Para limpar os mamilos, use o próprio leite, tanto antes como após cada mamada. Fora das mamadas, mantenha-os bem secos.

 

DICA: nunca use álcool ou qualquer produto, e no banho, apenas enxágüe essa região com água.

 

Alimentação

A alimentação da mãe pode ser prejudicial à amamentação?

•  As mães que amamentam no peito costumam sentir mais fome, por isso comer um pouco mais que o habitual é o suficiente para manter saudável o organismo que está produzindo leite. Além disso, você deve ingerir água, sucos de frutas ou outro líquido de acordo com sua sede. É salutar o hábito de ingerir em torno de 2 litros de líquidos diariamente.

•  Quanto a sua alimentação, o ideal é seja bem balanceada e contenha carnes magras, verduras e frutas, evitando-se alimentos gordurosos e controlando-se os temperos

•  Não existe alimento que prejudique a qualidade do leite, assim como é falsa a crença de que ingerir muito líquido (como leite de vaca ou cerveja doce) aumente a produção de leite materno. Por outro lado, o abuso de certos alimentos pode provocar alergia ou cólicas no bebê, como, por exemplo, o próprio leite de vaca, café, chá preto, mate, refrigerantes, ovos, amendoim, soja, trigo, peixe, frutas secas, entre outros.

 

DICA: se você está acostumada a ingerir alguns desses alimentos, interrompa temporariamente um de cada vez. Assim você saberá se algum deles é causador das cólicas ou da alergia.

 

Bicos artificiais

A introdução de bico artificial ( mamadeira, chuca, chupeta) deve ser evitada a todo custo, pois interfere na sucção do bebê e, portanto, na amamentação.

 

Chupeta

O uso desnecessário da chupeta contribui para o desmame preoce, além de aumentar bastante o risco de infecções na boca e na garganta, diarréia e problemas na fala e na dentição ( necessidade de aparelhos no futuro).

 

Mamadeira

A criança que aprende a sugar mamadeira pode Ter problemas para sugar o peito. O bebê passa a mamar de forma inadequada, suga menos, o que diminui a produção de leite. Muitos bebês passam a não querer mais mamar no peito.

 

Chuca (chá, água, sucos)

Não há necessidade de qualquer complemento. O uso de chuca faz a criança sugar menos o peito, diminuindo assim a produção de leite, podendo levar ao desmame. Além de tudo isso, o chá não melhora as cólicas do bebê.

 

Fissuras

•  Mito: é possível prevenir fissuras mamárias esfregando os mamilos com toalha felpuda ou “buchinha”.

•  Verdade: as fissuras só ocorrem se houver alguma falha técnica de aumentar (e como são comuns essas falhas!)

•  Se elas ocorrerem, a primeira regra é continuar amamentando e passar o próprio leite no local.

•  Procurar identificar e corrigir a falha na pega (é a causa mais freqüente) ou na interrupção da mamada.

•  Expor as mamas ao ar.

•  Aplicar durante 10 a 15 minutos banho de sol (das 7 às 10 horas da manhã) ou de luz ( a 30 centímetros de distância de uma lâmpada de 40 watts).

•  Cuidado com produtos naturais, como a parte interna da casca da banana ou do mamão. Apesar de possuir efeito cicatrizante, a presença invariável de germes nas cascas dessas frutas desaconselha o seu uso.

 

Ingurgitamento

•  Se o peito estiver cheio demais ou mesmo “empedrado”, alguns cuidados precisam ser tomados. O primeiro é massageá-lo com a mão espalmada, em movimentos circulares em toda a mama. Na região aréola, a massagem produz mais efeito se realizada com dois dedos (indicador e médio). Uma ducha morna nessa hora ajuda a aliviar a dor. Depois da massagem, o passo seguinte é o esvaziamento parcial por meio de ordenha manual (veja técnica adiante).

 

DICAS:

•  Só ofereça o peito depois que o esvaziamento tenha sido suficiente para amolecer a aréola.

•  Com mamas cheias e duras, o bebê não consegue realizar uma boa pega, portanto não consegue mamar direito e provavelmente provocará fissura no mamilo.

•  Para prevenir ingurgitamento, amamente com freqüência e esvazie bem ambas as mamas após cada mamada.

 

Armazenamento

•  Lave um recipiente de vidro com água e sabão e depois ferva por 10 minutos.

•  Com as mãos lavadas, faça a ordenha diretamente no vidro, desprezando os primeiros jatos.

 

Ordenha manual

•  Com o polegar acima e o indicador abaixo da aréola, comprima a mama contra o tórax. Pressione a aréola por trás do mamilo entre o indicador e o polegar.

•  Despeze as primeiras gotas.

•  A saída do leite ocorre sem dificuldades pressionando e soltando várias vezes.

Se você pretende estocar seu leite, alguns cuidados são necessários:

• Evite falar durante a ordenha.

• Se possível, cubra a boca e o nariz com um lenço, fralda ou máscara.

 

Lembrete

A ordenha manual é mais trabalhosa que a mecânica (bombinha) ou elétrica, porém é a única em que não há risco de machucar os mailos (estiramento pela pressão negativa das bombas = fissura).

•  Só utilize bomba de ordenha (mecânica ou elétrica em casos especiais, com indicação médica.

Conservação do leite humano

•  Temperatura ambiente: até 6 horas.

•  Geladeira comum: até 24 horas.

•  Freezer: até 20 dias.

Aquecimento

•  Descongelar e aquecer em água morna (banho-maria desligado) apenas a quantidade que o bebê costuma tomar.

•  O leite aquecido que sobrar deve ser desprezado.

•  Atenção: o leite humano não pode ser fervido.

•  Mexer o vidro lentamente para misturar os componentes do leite.

•  O frasco ideal para conserva (usado em Bancos de Leite) é o de vidro com tampa de plástico esterilizada.

Mulher que trabalha

•  Dez dias antes de voltar ao trabalho, comece a retirar e guardar o excedente do leite.

•  Ofereça o peito antes de sair de casa para o trabalho e logo que retornar.

•  Nos dias de folga, ofereça o peito à vontade.

•  Durante o trabalho, retire leite nos horários em que o bebê iria mamar, caso ele estivesse com você, e guarde em recipiente esterilizado em geladeira ou freezer.

•  Avise quem ficar com o bebê durante a sua ausência para oferecer o leite ordenhado com colher, copo ou xícara, ligeiramente amornado em banho-maria desligado.

•  Se seu filho estiver matriculado em uma creche, leve o leite que foi armazenado e oriente a pessoa responsável a oferecê-lo com colher, copinho ou xícara.

Contracepção durante a amamentação

Quando o seu bebê for alimentado apenas com o leite de seu peito (aleitamento exclusivo), a menstruação poderá demorá longos períodos para retornar, até mais que um ano.

O aleitamento materno exclusivo, por si só, já é um método anticoncepcional, desde que você ainda não tenha menstruado, que os intervalos entre as mamadas não ultrapassem 6 horas e que nenhum outro alimento seja oferecido ao bebê, muito embora a eficácia desse método não seja totalmente garantida.

Atenção: qualquer suplementação alimentar do bebê nesse período, mesmo água, a qualquer hora do dia ou da noite, invalida o método.

De modo geral, não há com que se preocupar nas primeiras 6 semanas após o parto. Depois disso, mesmo que você esteja amamentando somente no peito, é bom acrescentar algum método contraceptivo, para sua maior segurança. E quais são os métodos disponíveis?

Métodos comportamentais

Neste período, os métodos chamados comportamentais não são recomendados, pois além de poucos seguros, a amamentação costuma suprimir os sinais indicativos, como a temperatura basal e o muco cervical. Também não se aplica o método do calendário (tabelinha), pois não há data de referência para prever o período fértil. Amamentando ou não, ou coito interrompido (ejacular fora das vagina) nunca deve ser utilizado como método contraceptivo.

Métodos de barreira

Incluem diafragma, preservativos masculino (camisinha) e feminino. Podem ser utilizados com segurança, pois não interferem na lactação. Neste período, a lubrificação vaginal está diminuída em razão da deficiência do hormônio estrogênio; por isso, é recomendada associação com lubrificantes. A eficiência está associada ao seu uso correto em todas as relações sexuais e pode ser ainda maior com o uso simultâneo de algum produto espermicida.

Dispositivo intra-uterino (DIU)

O DIU de cobre também oferece segurança nesse período, não interferindo na lactação nem no desenvolvimento do recém-nascido. Tem as vantagens de ser bastante eficaz e poder ser utilizado por longos períodos, de vários anos. Pode ser inserido logo após parto, mas a maioria dos ginecologistas prefere inseri-lo 6 a 8 semanas depois.

Quanto ao DIU com hormônio, não existem estudos suficientes sobre a sua influência na recuperação do útero. Por isso, é melhor evitá-lo, ao menos até o retorno das menstruações.

Contracepção hormonal

Basicamente, há dois tipos de contraceptivos hormonais em relação à sua composição: aqueles contendo estrógeno e progesterona, e os que contêm apenas progesterona. Durante a amamentação, só devem ser usados os contraceptivos hormonais que contenham unicamente progesterona.

E por que isso? Entre outras razões, porque o estrógeno interfere na qualidade e, principalmente, diminui a quantidade de leite produzido. Assim, anticoncepcionais com estrógeno somente devem ser considerados após o retorno das menstruações e para aquelas mulheres que não estão mais praticando ao aleitamento exclusivo no peito. A regra vale para todas as formas e vias de administração: oral, vaginal, injetável e transdérmica. Por outro lado, a progesterona não altera o volume nem a constituição do leite materno, isto é, não interfere na concentração de proteínas, gorduras, carboidratos, nem anticorpos. Veja, a seguir, algumas opções:

•  Pílulas com pwequenas doses de progesterona (conhecidas como minipílulas): eficazes somente até o 6º mês ou até o retorno da menstruação. Os índices de falhas aumentam quando utilizados além dessa época.

•  Pílulas com doses maiores de progesterona: mais eficazes que as minipílulas e podem ser mantidas sem limite de tempo, mesmo após o término da lactação, sem perder sua eficiência.

•  Injeções trimestrais: constituem alternativa para quem não deseja tomar comprimidos diariamente. São aplicadas via intramuscular, com maior eficácia que as minipílulas.

•  Implante subdérmico: pequeno bastão aplicado com anestesia local sob a pele do antebraço. O método é bastante eficaz, sem efeitos sobre a lactação, de duração prolongada (3 anos) e com rápido retorno à fertilidade após a sua remoção.

•  Anticoncepção de emergência (“pílula do dia seguinte”): como o próprio nome diz, deve ser usada apenas em casos excepcionais. Havendo necessidade, entre as opções disponíveis, durante a amamentação, só utilizar as que contêm exclusivamente progesterona, seja em dose única, seja em duas doses.

 

Métodos cirúrgicos

São os métodos chamados definitivos: a laqueadura tubária para a mulher e a vasectomia para o homem. A esterilização não exerce interferência alguma sobre a lactação. Entretanto, a decisão por realizá-la deve ser tomada pelo casal, de forma amadurecida, preferencialmente antes ou logo no início da gestação, nunca no momento do parto. É oportuno lembrar que a legislação brasileira restringe a laqueadura tubária logo a pós o parto aos casos de comprovada necessidade ou por cesarianas anteriores repetidas.

 

Lembrete

•  Seu bebê não necessita de nenhum outro alimento além do seu leite, até os 6 meses.

•  Quando for amamentar, não tenha pressa. Relaxe, pois a calma e a tranqüilidade ajudam a produzir mais leite.

•  Procure alternar posições para amamentar.

•  É normal que um dia ou outro você tenha a sensação de estar com menos leite. Não use a mamadeira: ela prejudica a amamentação e ajuda a secar seu leite.

•  Quanto mais o bebê mamar, mais leite será produzido.

•  Não existe indicação alguma para usar compressas quentes ou frias.

•  Não existe simpatia nem crendice capaz de modificar a quantidade ou a qualidade do leite.

•  A atividade sexual não atrapalha a amamentação.

•  A maioria dos remédios é compatível com o aleitamento materno. Mesmo assim, não toem medicamento algum sem orientação médica.

•  Especialmente à noite, amamentar deitada pode ajudá-la a descansar mais e produzir mais leite.

•  Em caso de dúvidas se seu leite está sendo suficiente para o bebê, você pode ficar tranqüila se o bebê se mostrar satisfeito após as mamadas, urinar várias vezes ao dia, ganhar peso e crescer adequadamente.

•  Nem todo choro de bebê significa fome. Pode ser algum desconforto, como fralda suja, calor, cólicas ou, simplesmente, que ele esteja “precisando de colo”.

•  Cuide de sua saúde com uma alimentação saudável, não fume e evite bebidas alcoólicas.

•  Tanto quanto o aleitamento, o desmame também é muito importante: deve ser lento e gradual, e não intempestivo. Converse com o pediatra a respeito disso.

Pediatria

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É a especialidade médica dedicada à assistência à criança e ao adolescente. nos seus diversos aspectos, sejam eles preventivos ou curativos.


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